quarta-feira, 21 de maio de 2014

Dia de Reis
Hoje é dia de reis
Comem-se bolos-reis.
Celebra-se este dia
Com muita alegria!

Pode-se também comer bolo rainha
E apanhei uma pinha.
Coitado de Jesus

Que faleceu e morreu.

Daniel 4º A

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Um velho e uma velha

Um velho e uma velha,
Passeavam no jardim.
Liam a história que tinha uma telha,
E comiam muito pudim.

Gostavam de conversar,
Foram ao lindo jardim.
A olhar para o ar,
Para o que não tinha fim.

O José e a Maria,
E uma lagartixa.
O que a criança queria,
Era comer muita chicha.

Ambos deram a mão,
E juntos foram embora.
P´lo caminho encontraram o cão,
E lembraram-se de comer pão.

Inês Rodrigues, 4º ano, turma B de Vale Flores. 
Ó Natal! Ó Natal!
Para mim não há igual.
É a festa mais bonita,
Que há em Portugal.

A noite de Natal,
Para mim é a mais bela.
Recebe muitos presentes,
Por isso não me esqueço dela.

Se toda a gente quisesse,
Às crianças dar alegrias.
Faziam com que o Natal,
Se festejasse todos os dias.

Inês Rodrigues, 4º ano, turma B de Vale Flores.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Os Reis

No dia de Reis
Fazem-se papéis.
Cantam-se canções
E enchem-se balões.
Comemos bolo rei,
E todos dizemos hei!...
Fazemos uma festa
E alguns batem com a testa.
Reis magos chegaram dia seis,
Dia de Reis.
Viram Jesus nascer
E também o viram morrer.
Assistiram a toda a cena,
E de tudo ficaram a saber.
Tiveram muita pena,
Sentindo-se tristes

Por o verem sofrer.

Tiago Oliveira, 4º ano, turma A de Vale Flores.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

O chapéu e os ténis

- Olá chapéu.

- Olá ténis.                                                              

- Tudo bem?                                                                                                         

- Sim! E contigo?                                                                                                  

-Não.                                                                                                                       

-Porquê?

-Porque ouvi dizer que tenho de ser vendido.                                                                   

-A sério?                                                                                                                            

-Sim.                                                                                                                       

-Há dois dias vieram-me experimentar e encomendaram-me.                          

-Sim conta mais coisas sobre a tua experiência.                                                    

-Vêm me buscar hoje… Estou muito triste.                                       

-Será que são aqueles que entraram agora na loja?                                                         

-Sim… são.                                                                                                                         

-Vou-me despedir de ti, um abraço grande para o resto da tua vida.              

-Adeus. Até à vista!                                                                                                         

O chapéu e os ténis não se voltaram a ver, até que passados cinco anos,  quis o destino que se reencontrassem.                                                  

-Olá chapéu estou de volta.                                                                             

-Oi amigo ténis voltaste todo aleijado.                                              

-Oh! Deixa lá se eu tomar um banho isto passa.                                                     

-Ok. Queres ajuda?                                                                                                         

-Não, obrigado ainda sou capaz de me desenrascar. Obrigada e adeus.    

- Adeus.



Raquel, 4º ano, turma A de Vale Flores

As férias

      


 No  Natal na minha casa
Ninguém leva a mal
O Natal é uma época  fenomenal...

Recebi o que queria,
O meu irmão cheio de alegria.
Não comi perú
Mas experimentei tofu

Enquanto pensava o que fazer
Entretinha-me no meu cantinho do lazer
Recebi as prendas que queria
Tantas,  que nem sabia o que fazia.


Tive um excelente Ano Novo
O dia foi muito chuvoso
2013 já lá vai…

Ano Novo com a mãe e o pai.

Diogo Cabaça, 4º ano, turma B de Vale Flores

O meu Natal


Eu gostei do meu Natal
Porque com a família festejei
E quem me dera repetir
Este Natal, que adorei

Em casa do tio,
Em casa da tia
E em casa da avó
Se repetisse, eu queria.

Prendas ali
Prendas acolá
Vou lá para fora
Que frio está.


Começa em dezanove
Termina a seis
E no Ano Novo
Vamos festejar os Reis.

E a história acabou
Porque vou para a escola
Aprender e decorar
Sem nunca parar.


Miguel Teixeira, 4º ano, turma B de Vale Flores


Nas minhas Férias

                          
Nas minhas férias
Eu fui ao circo
Com os meus amigos
E alguns primos.

Nas minhas férias
Fui ao cinema
Os filmes foram giros,
Alguns deles, um dilema.

Nas minhas férias
O Natal foi uma maravilha
Recebi prendas fantásticas
Foi uma harmonia.

Nas minhas férias
Partilhei o espumante
Com a minha família e amigos
A passagem de ano foi fascinante.


Margarida Santos, 4º ano, turma B de Vale Flores               

O meu Natal


O meu Natal
Foi muito engraçado
Fiquei em casa,
Mas não no quintal.

A minha mãe
Compra os presentes no Fórum de Almada,
Mas se abrir antes do dia vinte e quatro
Levo uma grande estalada.

Tive doze presentes,
Nove deles foram roupa
O meu tio também compra
Mas ele é que poupa.

E no Pólo Norte
Prepara-se o transporte
Uma rena com GPS
O Pai Natal teve sorte!



Ricardo Ribeiro 4º ano, turma B de Vale Flores

As melhores férias de Natal



No Natal
Gastar dinheiro, não faz mal

Encher a árvore
Com prendinhas
Que lindas, são as minhas!

O Ano Novo
Está a chegar
E vamos fazer um belo jantar
À meia-noite vamos ver
O fogo de artifício
E sumo vamos beber

Depois a escola
Está quase a começar
Nós temos de aproveitar!

Ana Carolina Gaffney Francisco, 4º ano, turma B de Vale Flores

domingo, 28 de abril de 2013

Um encontro do 3º A com o escritor XICO BRAGA


Resumos elaborados pelos alunos do 3º A  da Escola Básica Feijó nº 1 e apresentados ao escritor aquando da sua visita.




                                                                                                                   Um coelho atencioso
    
    Estava eu a apanhar flores silvestres, à volta da minha aldeia para levar para a  escola, quando me encostei a uma oliveira para descansar e, de repente, me tocaram nas costas. Era um coelho branco, com uma mancha acinzentada a dividir a cabeça ao meio. Nós os dois tivemos uma conversa como se fossemos amigos há muito tempo.
    Durante a conversa eu disse-lhe que voltaria àquele lugar para brincarmos, mas o coelho avisou-me que iria haver um temporal terrível. Eu perguntei-lhe como é que ele sabia e ele respondeu-me que tinha uma pata que adivinhava.
     O coelho foi-se embora devagarinho mas decidido.
     No dia seguinte choveu muito, tal como o coelho me tinha avisado. Só mais tarde é que aprendi o que quer dizer "ter uma pata que adivinha", principalmente hoje quando me doem os ossos.



As galinhas poedeiras

     Era uma vez um rapaz que quando chegva da escola ia brincar com as galinhas, assustando-as.
    Um dia levou a brincadeira muito a sério e quando a mãe o chamou com a voz acusadora, as galinhas saltaram à sua frente, aflitas com a brincadeira.
     O rapaz sabia ter feito asneira mas não percebia a razão de a mãe ralhar daquela forma. Ouviu os desabafos da sua mãe com a vizinha e foi percebendo a asneira da brincadeira. Ele poderia ter causado uma grande falta de ovos, ele poderia ter deixado as galinhas chocas.
     O rapaz começou a chorar, deitado na sua cama até a mãe o chamar para o jantar. A mãe viu os seus olhos vermelhos a pedir desculpa e prometeu ter mais juízo. A mãe perdoou-o e deu-lhe um beijinho.
    Felizmente, no dia seguinte havia ovos! O rapaz aprendeu e nunca mais voltou a repetir a diversão com as galinhas poedeiras.
     
   
                                 
                                             O caramelo azarado

   Era uma  vez um caramelo muito doce como o mel que estava à venda numa mercearia. O caramelo tinha um grande problema: quando estava a chegar a sua vez de ser comido, o merceeiro voltava a encher a caixa e ele ficava cada vez mais no fundo.
    Ele lamentava-se por não ter sido comido pois tinha ficado na venda avulso em vez de ser embalado em saquinhos.
    O caramelo pensava que se ficasse seco perderia as suas qualidades e já não poderia ser comido e derretido de felicidade como era o seu sonho e seu desejo.
     Passou-se muito tempo até que um dia ele se viu fechado num grande saco de papel e apercebeu-se que estava a ser transportado dali. De repente, ouviu uma grande gritaria bem-disposta, provavelmente uma festa de crianças.
   Juntamente com dois companheiros  sentiu-se agarrado pela mão de uma criança, uma menina que logo lhe tirou o papel, o seu fato desde sempre. O caramelo ouviu a menina dizer que ele era muito bom. 
   E assim deixou de haver o caramelo que se transformou nesta estória.                                    







                                                                 


A borboleta da asa partida

   Era uma vez uma borboleta que se chamava Auzíria. Um dia, enquanto ia a esvoaçar pelo bosque das boorboletas, chocou contra uma árvore e partiu a asa. Um lindo passarinho que estava em cima da árvore viu o que se passou e quis ajudar:
    - Piu! Piu! Eu ajudo-te!
    - Obrigada- disse a borboleta.
    E lá foram eles para o Hospital da Borboletolândia. Quando chegaram, a Auzíria foi atendida pelo Dr. Cláudio Borboleta e pela Enfª Joaninha. O médico disse à enfermeira para ir buscar os "pozinhos da cura" e depois, com muito cuidado, colocou-os na asa da Auzíria.
    Passado umas horas, como por magia, as asas da borboleta começaram a brilhar e a Auzíria começou a voar.

Inês Carvalho  3º B (Feijó nº 1)



   Era uma vez uma borboleta que se chamava Borboletinha Bela. Um dia, a borboleta estava a voar no jardim da Carolina que estava a arranjar um vaso de rosas. Distraída, a borboleta chocou contra o vaso que a Carolina estava a arranjar e partiu a asa esquerda.
   Aflita, a Carolina pegou na borboleta e foi dá-la à mãe que resolveu fazer uma tala com uma folha e com fita cola. E ela conseguiu voar um bocado.
    A Carolina largou a borboleta e colocou-a nas rosas. Entretanto, a borboleta começou a voar. Quando a borboleta chegou a casa, a mãe quis saber por que razão ela tinha chegado tão tarde. A borboleta contou tudo à mãe e ela compreendeu.
    E viveram felizes para sempre.

Ana Lúcia  3º B  (Feijó nº 1)




   Era uma vez uma borboleta que partiu a asa. Estava deitada numa flor  e um menino viu e ... "pazz" deu-lhe com a mão. Ela foi pedir ajuda às amigas borboletas mas todas responderam:
   - Não nos apetece!
   Os filhotes dela é que a ajudaram. Quando ela ficou boa foi buscar pólen, muito pólen e perguntou às amigas:
   - Quem me ajuda a comer o pólen?
   - Eu, eu, eu...
   - Não, não, se não me ajudaram com a asa, agora também não comem o pólen. Os meus dez filhotes é que me vão ajudar a comer!

Bárbara  3º B   (Feijó nº 1)



   Era uma vez uma borboleta que se chamava Íris. Era roxa, rosa e lilás. Todos os dias a borboleta ia passear, pousando nas flores e procurando comida.
    Um certo dia, durante o seu passeio, caiu um grande temporal. A linda borboleta ficou muito aflita e começou a voar desgovernada e acabou por cair, batendo no tronco de uma árvore, partindo uma asa. Ali ficou sozinha a chorar durante algum tempo até que apareceu o seu amigo Cocas, o gafanhoto. Ele ajudou-a, tratando-lhe da asa, limpando-lhe as lágrimas e levou-a até casa.  A borboleta sentiu-se, assim, acarinhada e segura e nunca esqueceu o que o seu amigo Cocas lhe fez.

Miguel Borges  3º B  (Feijó nº 1)




   Era uma vez uma borboleta que se chamava Rafaela. Ela estava a voar e dizia:
   - Lá, lá, lá, vou para a escola... Xiiiiiiiiii, oh, não! A minha asa partiu-se!
   - Vou tentar fazer o possível para ajudar.- disse o namorado.
   Ele telefonou para o 112 e foram ao hospital. Lá o médico disse-lhe:
   - Vai fazer uma cirurgia.
   - Não! - disse ela.
   No dia da cirurgia ela fugiu. Foram à procura dela mas ninguém a encontrou. Tanto procuram que acabaram por encontrá-la e colocaram-lhe umas algemas.
   A cirurgia correu bem e ela voltou a ter a asa como nova.
   - Obrigada!- disse ela.

Serafim  3º B   (Feijó nº 1)