quinta-feira, 11 de novembro de 2010

A Lenda de São Martinho

A história da castanha

 A palavra latina castanea (do grego kastanon) como origem dos termos castanheiro e castanha.  Presume-se que a castanha seja oriunda da Ásia Menor, Balcãs e Cáucaso, acompanhando a história da civilização ocidental desde há mais de 100 mil anos.
 A par com o pistácio, a castanha constituiu um importante contributo calórico ao homem pré-histórico que também a utilizou na alimentação dos animais.
 Os Gregos e os Romanos colocavam castanhas em ânforas cheias de mel silvestre. Este, conservava o alimento e impregnava-o com o seu sabor. Os romanos incluíam a castanha nos seus banquetes
 Durante a Idade Média, nos mosteiros e abadias, monges e freiras utilizavam frequentemente as castanhas nas suas receitas. Por esta altura, a castanha, era moída, tendo-se tornado mesmo um dos principais farináceos da Europa.
Com o Renascimento a gastronomia assume novo requinte, com novas fórmulas e confecções. Surge o marron glacé, passando de França para Espanha e daí, com as Invasões Francesas.

Pesquisa efectuada pelo 6ºE

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Receitas com castanhas ou marmelos

Já chegou o São Martinho! A 11 de Novembro é tradição comer-se castanhas.
Para lembrar a data, os alunos do 5ªD querem partilhar as receitas que encontraram . São receitas com castanhas e marmelos, frutas da época, bem saborosas. Da sopa aos bolos, das receitas económicas às luxuosas, aqui encontrarás tudo para uma ementa diferente.
E que tal pedir ajuda a um adulto e experimentar fazer uma delas?


Tartes de marmelo

Ingredientes:
1 Ovo
90 gr de açúcar
70 gr de manteiga
1 Colher de sopa de azeite
2 Colheres de sopa de leite
1 Colher de sopa de aguardente
½ Colher de chá de canela em pó
175 gr de farinha
1 Marmelo
50 gr de açúcar
50 gr de pinhões salteados em azeite

Preparação:
Para o marmelo: cozinhar o marmelo, previamente descascado e sem pevides, em água com açúcar. Assim que estiver cozinhado, retira-se, esmaga-se com um garfo e misturam-se os pinhões. Fazer um creme com o açúcar e a manteiga. Adicionar os ovos e bater. Adicionar o azeite, o leite a aguardente e a canela. Adicionar a farinha. Embrulhar em película aderente e reservar no frigorífico por uma hora. Esticar a massa sobe uma superfície enfarinhada e cortar os discos no tamanho desejado. No centro de um disco coloca-se um pouco da mistura de marmelo, pincela-se o rebordo com gema de ovo e cobre-se com outro círculo de massa. Vai ao forno a 180ºc por 5 minutos.

Empratamento:
Num copo de martini coloca-se um pouco da mousse de marmelo e de seguida um pouco da mousse de castanha. Apresenta-se a tarte de marmelo ao lado do copo.


Receitas fornecidas pelo restaurante DOP, do chefe Rui Paula.

Recolha de Cristiana Freitas, 5º D


Sopa de Castanhas com “ asas de morcego “ e lavagante


Esta sopa é uma criação do chefe de cozinha Henrique Mouro, do restaurante Assinatura e faz parte da ementa actual. Há também um pudim de castanhas e abóbora e canela, além de outros pratos com castanhas que podem surgir no dia–a–dia. “Asas de morcego” é o que alguns lugares de Portugal chamam às “Trompetas da Morte”, um cogumelo que, não tendo grande aspecto, é delicioso.

Ingredientes para quatro pessoas
600 gr de castanhas
8 dl de caldo de galinha
200 gr de lavagante
200 gr de cogumelos de “asas de morcego”
2 chalotas
1 cebola
1 dente de alho
100 gr de alho porro
Tomilho
80 gr de manteiga de ovelha
600 gr de broa de milho
erva doce
Sal
Pimenta

Preparação
Suar a cebola, alho porro e o dente de alho num pouco de manteiga, adicionar as castanhas já peladas e molhar com caldo de galinho e deixar cozinhar durante 40 minutos. Temperar com sal e pimenta e com erva-doce. Passar a creme com ajuda de uma varinha mágica. Escaldar o lavagante em água e sal, descascar e cortar em medalhões, aproveitando o “coral” junto à cabeça para trabalhar com a broa de milho esfarelada, manteiga de ovelha, tomilho, sal e pimenta. Suar os medalhões do lavagante num pouco de manteiga de ovelha. Saltear os cogumelos com chalotas picadas, manteiga e tomilho.
Receita fornecida pelo restaurante Assinatura, do chefe Henrique Mouro.

Recolha de: Gonçalo Mota, 5º D

Mousse de marmelo

Ingredientes:
150ml de natas
300gr de creme fresco
100gr de açúcar
1 Marmelo
Vinho do Porto q.b.
1 Pau de canela
Mel q.b.
Preparação:
Bater o creme fresco com o açúcar ate este se dissolver. Bater natas e envolver nestas o creme fresco. Cozinhar o marmelo, previamente descascado e sem prevides, com vinho tinto, pau de canela e o mel. Assim que tiveram moles, retirar, deixar esfriar um pouco e cortar em cubos pequenos. Envolve-se o marmelo cotado no preparado anterior.

Recolha de: Filipa Urbano,5ºD


Praliné de Castanhas


Ingredientes:
500g de castanhas
50g de amêndoa sem pele
50g de açúcar
100g de manteiga
150g de açúcar
4 gemas
½ cálice de vinho do Porto
2 dl de natas
50 g de açúcar
½ l de vinho tinto
200 g de açúcar
Preparação:
Coza as castanhas em água a ferver. Entretanto caramelize 50g de açúcar com uma colher de sopa de água. Adicione as amêndoas, envolva bem e deite o preparado em cima de uma folha de papel vegetal previamente untada com manteiga. Deixe arrefecer. Triture grosseiramente as amêndoas caramelizadas e reserve-as. Reduza a puré as castanhas e junte as gemas batidas com o açúcar. Leve ao lume a engrossar. Retire do lume e adicione a manteiga em pedacinhos, o cálice de vinho do Porto e parte do praliné picado, reserve um pouco para decorar. Bata as natas com 500g de açúcar e envolva com o creme de castanha. Enforme e leve ao congelador entretanto, ferva o vinho com o açúcar até começar a engrossar.
Desenforme o doce, corte em fatias e sirva com um pouco de praliné e molho de vinho tinto.



Inês Gouveia – 5ºD nº 13


Castanhas cozidas com vinho verde

Ingredientes:
500g de castanhas
400g de geleia de marmelo
1 colher de chá de erva doce
1 pau de canela
6 grãos de pimenta rosa
1 garrafa de vinho verde de boa qualidade

Preparação:
Escalde as castanhas durante cerca de 4/5 minutos em água a ferver e, ainda quentes, descasque-as. Coloque-as num tacho e cubras com vinho verde. Adicione a geleia, a erva-doce, o pau de canela e a pimenta. Deixe ferver até cozerem. Retire as castanhas com cuidado e deixe reduzir o vinho. Sirva como sobremesa ou, se preferir, coloque-as dentro de um frasco previamente esterilizado.

Recolha de: Bárbara Vicente, 5º D

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Provérbios de São Martinho

No dia de S. Martinho,
Assa as castanhas
E molha-as com vinho.
Pelo S. Martinho,
Lume, castanhas e vinho.
Pelo S. Martinho,
Mata o porco
E semeia o cebolinho.
Pelo S. Martinho,
Mata teu porco
E bebe o teu vinho.
No dia de S. Martinho,
Encerra o porquinho,
Souta o soutinho
E prova o teu vinho.
No dia de S. Martinho,
Vai à adega
E prova o (teu) vinho.
Pelo S. Martinho,
Deixa a água para o moinho.
Pelo S. Martinho,
Abatoca o teu vinho.
No dia de S .Martinho,
Fura-se,
Quem for honrado
Já o deve ter furado.
Pelo S. Martinho,
Semeia a fava e o linho.
No dia de S.Martinho,
Mata o teu porco
E faz o teu vinho.


Recolha efectuada pelos alunos do 5ºD
Trabalho colectivo com recurso às tecnologias de informática

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Mister Corvo

Depois da leitura do conto "Mister Corvo" de Luísa Morandeira & Maurizio C. Quarello, da OQO Editora, os alunos imaginaram as aventuras de Mister Corvo e das trocas de objectos que ele foi fazendo.
Aqui fica o texto da Cristiana Freitas, do 5ºD, com um final bem feliz!

Mister Corvo (cenas do próximo capítulo)



O corvo tinha percorrido o mundo inteiro a tocar e a cantar com a flauta do pastor, enquanto esse, feliz, estava com a moça.
Um dia, encontrou uma casa onde vivia um velho hiper-velho:
-Avozinho, avozinho, guarde-me a minha flautinha!
O velho guardou a flauta do corvo e este prometeu ir buscá-la no dia seguinte.
Um, dois, três dias passaram, mas o corvo não voltava.
O velho como não via muito bem, pensava que a flauta era uma franga e cozeu-a. Ficou toda desafinada, estragada e desfeita. Enquanto a franga verdadeira ficou crua.
Um dia, o corvo veio reclamar a flauta:
-Quero a minha flauta!!!
-Cozi-a. Ficou desafinada, estragada e desfeita.
O corvo começou a pensar: pela flauta uma franga.
- Croaaa…croaaa – grasnou o corvo. Ou a flauta ou a franga!
O velho hiper-velho, assustado, deu-lhe a franga.
E lá se foi embora o corvo, todo satisfeito com a sua franga.
Mais loguinho, chegou ao pé de uma casa onde morava uma super-velha e disse:
-Avozinha, avozinha, guarda-me a minha franguinha!
A velha guardou a franga e o corvo prometeu ir buscá-la no dia seguinte.
Um, dois, três dias passavam, mas o corvo não voltava.
A velha super-velha estava a levar o lixo para o ecoponto e deixou a franga cair na estrada. Uma mota passou por cima da franga mas a velha nem se apercebeu!
Um dia, o corvo foi reclamar a sua franga e a velha disse:
- Ficou desfeita, foi atropelada na estrada por uma mota.
O corvo começou a pensar: pela flauta, uma franga; pela franga, uma mota.
- Croaaa…croaaa - grasnou o corvo. Ou a franga ou a mota!
- Como é que queres que eu te dê a mota se não é minha – indagou a super-velha.
- Ou a mota ou outra coisa qualquer. Mas alguma coisa tem de me dar!
-Que tal um corvo fêmea? Tenho ali algumas. Todas pretas, umas gordas, outras magras; umas novas, outras velhas. Até te dou à escolha.
-Tem de ser a mais bela que tiver!
A velha deu-lhe uma perfeita para ele.
O corvo, todo contente, casou com a namorada, não a trocou por nada, e viveu feliz para sempre.

terça-feira, 2 de novembro de 2010



Halloween - A Noite das Bruxas

Sabias que Halloween vem de Dia de Todos os Santos?
Este diz-se em inglês All Hallows Day. Como sabes, a noite anterior a este dia é muito importante, por isso Halloween é uma abreviatura de All Hallows Even - "Noite de Todos os Santos"!
Como já dissemos, acreditava-se que na Noite das Bruxas os fantasmas voltavam à Terra em busca de alimento e companhia para levarem para o outro mundo.
Assim, as pessoas pensavam que encontravam almas penadas se saíssem de casa nessa noite.
Por isso, para não serem reconhecidas pelos fantasmas, usavam máscaras quando saíam de casa, para serem confundidas com espíritos que andavam à solta a tentarem apanhar almas vivas.
E para manter os espíritos longe de casa, as pessoas colocavam tigelas de comida à porta para os satisfazer e os impedir de entrar.
Também para se proteger, carregam lanternas, porque a luz e os fantasmas não se dão muito bem...
Uns são da noite e das trevas (escuridão e morte) e a luz significa a vida.
 in http://www.junior.te.pt/servlets/Bairro?P=Sabias&ID=317

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Autobiografias do 6ºE

Autobiografia da Rita Alves

Olá! Eu sou a Rita Carvalho Alves, nasci a 20702/1999 no Pragal, no Hospital Garcia da Horta.

A minha mãe chama-se Elisa Maria Pires de Carvalho Alves e tem 41 anos e o meu pai chama-se Mário João Pinto Alves e tem 43 anos.Sou filha única, mas sou feliz na mesma.
Quando era pequenina vivi no Laranjeiro, agora resido no Feijó, mais precisamente em Vale Flores.
Recordo-me de quando cheguei a Vale Flores fui para o infantário Janela Aberta, depois passei para o Tim Tim, de seguida fui para a escola Básica EB1/JI de Vale Flores e agora frequento a Alembrança.
Recordo plenamente a minha qurida professora do 1º ciclo ( professora Rosa).
Também já fui a vários países: Espanha e França.
Ainda não recebi nenhum prémio, só recebi uma medalha e também um diploma.
A minha vida tem sido como um parque de aventuras, onde eu tento sempre conquistar a meta.
Eu adoro a minha vida.
Obrigado, Rita Alves
**********************************************************************************
Autobiografia da Bruna Caeiro

Olá. Eu sou a Bruna nasci no hospital Garcia da Orta, no dia 21 de Setembro de 1999.
Eu sou filha de Rosária Pinto e Fernando Caeiro.
Tenho duas irmãs mais velhas do que eu .Moro no Laranjeiro com a minha família.
Eu estive na Maria Rosa Colaço e agora estou na Escola Básica 2/3 da Alembrança.Recordo que no 2º ano tive a professora Helena , e no 3º ano e no 4º ano tive a professora Rita Brito , dos meus colegas recordo-me de todos.
Eu já ganhei em certificado de participação.

Bruna Caeiro

********************************************************************************

Autobiografia do Diogo Anjos
Eu chamo-me Diogo Alexandre Fortes dos Anjos. Nasci no dia 2 de Março de 1999, em Almada, no Hospital Garcia de Orta.
A minha mãe chama-se Ana Paula Rodrigues Fortes e o meu pai Nelson Saul de Oliveira Conceição dos Anjos.
Eu moro na Rua Cidade da Beira.
Sou estudante na Escola Básica 2ºe 3ºciclos da Alembrança. Quando estou na escola gosto de jogar à bola, voleibol e ao campeão.
Gosto de comer arroz de pato, bacalhau espiritual e outras coisas.
Eu sou um rapaz sociável, faço amigos facilmente e, às vezes, sou bem comportado.
Uma das coisas mais importantes para mim foi conseguir passar para o 6ºano e ter ido com o meu pai para Inglaterra.
Diogo dos Anjos
********************************************************************************
Olá.Eu chamo-me Ana Margarida Nunes.Eu nasci a 5 de Janeiro de 1999 , em Almada no Hospital Carcia de Orta. Sou filha de Francisco António Simões Pereira Nunes e de Ana Paula Gonçalves Belo Pereira Nunes. Tenho uma irmã de 16 anos chamada Ana Catarina Belo Pereira Nunes.

Eu gosto de natação de ver televisão, jogar computador e ler. O livro que li e gostei muito foi "O diário de um banana".
Eu , quando tinha dois anos, morava por baixo da casa da minha avó.
Mas agora vivo na Estrada da Algazarra ,no Feijó

terça-feira, 26 de outubro de 2010

A Fábula O COELHO E O RATO


O Coelho e o Rato


Era um dia de Primavera, mas chovia a cântaros.

Um coelho saltitava pelos campos fora, à procura de um sítio para se abrigar da chuva. Foi então que viu uma ponte e foi abrigar-se debaixo dela. Quando lá chegou viu um ratito cheio de frio e constipado. O coelho com pena, decidiu abraçar o ratinho para aquecê-lo. O ratinho agradeceu e pediu-lhe um bocado de queijo, porque estava com fome! O coelhito disse que não tinha queijo, mas que ia tentar encontrar para os dois.
Assim,o coelho foi à cidade e descobriu uma queijaria, onde havia de todos os tipos queijos. Ele não tinha dinheiro, mas pediu um bocadinho de queijo ao dono, que lho deu de boa vontade.

O coelho voltou para perto do ratinho e deu-lhe o queijo. O ratito dividiu o seu bocado de queijo com o coelho e comeram os dois muito satisfeitos.

Moral da História: “Os amigos são para as ocasiões”
 
Elaborado pela turma do 5ºE

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

A menina pobre

Era uma vez uma menina que era pobre e os seus pais estavam longe, ela vivia com a avó que era doente, a menina tratava da quinta, do gado, do cão, das galinhas, dos porcos e das cabras.
Um dia quando chegou das compras a avó tinha morrido, a menina ficou muito triste por ter perdido a avó e por ficar sozinha.
Cresceu e quando passeava pelo campo encontrou um homem muito bonito e rico, logo á primeira vista apaixonaram-se e aproveitaram parte do dinheiro para comprarem uma casa onde iriam viver.
Um dia estavam em casa os dois e ouviram bater a porta, a menina foi abrir a porta e eram os seus pais, ela fica muito contente.
Tiveram filhos e viveram felizes para sempre.

Joana Portugal. nº 7, 6º G

O Rapaz Mágico

Era uma vez, um rapaz que vivia numa floresta um dia decidiu ir dar uma volta pela floresta enquanto passeava encontrou uma pedra mágica, o rapaz admirado apanhou pensando que a pedra continha poderes mágicos.


Quando a apanhou e sentiu-se mais leve e mais forte parecia que o seu sonho de ser mágico, se estava a realizar. Enquanto estava a apreciar a pedra sentiu que alguém o estava a chamar a sua atenção, olhou para baixo e viu um duende que lhe disse para o seguir. O rapaz muito assustado foi com o duende O sitio para onde o duende encaminhava era uma aldeia mágica. O rapaz estava tão admirado com aquele sítio que de repente e tudo apagou-se era os ogres que tinham acabado de chegar mas o rapaz não estava a perceber nada de nada do que se passava então percebeu que a aldeia estava a ser invadida por ogres então lembrou-se da pedra e que tinha apanhado.Entao e usou-a para combater os ogres no fim do combate contra os ogres a aldeia ficou salva para sempre como toda a floresta.


André Mendonça e

Nazaré Fabião Nª3 e ª14 6ªG

A Crise de Sucessão

Era uma vez uma Cidade chamada Porcolandia, uma cidade de porcos entre os mais famosos Porco-Rei e Porquinho-Príncipe .


Porquinho-Príncipe adorava deitar-se entre as flores do prado, entretanto o Rei adoeceu e necessitava que chamassem o seu filho para falar com ele. Ele disse que não aguentava mais e precisava que o seu filho fosse aclamado Rei quando tivesse 18 Nicis (anos de Porco), e como o seu aniversário era daqui a uns dias, que nesse dia fosse Aclamado Rei.

Chegou o dia, o Porquinho- Príncipe foi aclamado Rei, mas no entanto Porco-Rei morrera!!!

Entretanto Porquinho- Príncipe tornou-se muito desastrado, devido á sua sucessão, por isso contratou um Mordomo-Rato, Porquinho-Príncipe não sabia que se tratava do malvado vilão de Porcopólis.

Mordomo-Rato tentara envenenar Porquinho-Príncipe mas não conseguira, tentou, tentou durante anos e anos até que conseguiu envenená-lo.Para Festejar assou Porquinho-Príncipe no Forno, ao comer ficou tão cheio, mas tão cheio que voou até Porcopólis.

E assim Porcolândia ficou sem Rei.



Nome: João de Carvalho e Raquel Brazão

Turma/Ano: 6º G

Nº: 8 e 21

O Palácio Enfeitiçado

Era uma vez um príncipe que vivia dentro de um palácio encantado com a sua mãe, eles nunca tinham saído de casa porque quando eram mais novos uma fada trancou-os a sete chaves. A única maneira de serem salvos era por uma jovem princesa.


O que ela tinha de fazer era apenas procurar a chave para os destrancar.

Um dia, mais tarde a princesa tão esperada perdeu-se no deserto e encontrou umas chaves na areia. Não sabia o que fazer continuou a caminhar, até que ao longe um palácio, foi ver de perto e encontrou uma porta trancada, onde encaixou as chaves que tinha encontrado, a princesa conforme deu a sétima volta á fechadura da porta abriu, ela ficou curiosa e entrou.

Escutou alguém a falar e foi ver o que se passava, quando se reuniram os três falaram da história do príncipe e da sua mãe. Quando ouviu a historia a princesa levou-os imediatamente para a porta.

Pela primeira vez em nove anos o príncipe e a sua mãe saíram do palácio .

Juntos procuraram o palácio da princesa, passaram cinco horas de caminhada até chegarem ao palácio da jovem, o seu pai pediu-lhes para ficarem, e assim foi , depois de muito tempo a conversarem foram-se deitar todos contentes.

E juntos viveram felizes para sempre.

Rafaela Ramalhão e Tiago Coelho 6ºG

domingo, 3 de outubro de 2010

Regresso às Aulas As férias chegaram ao fim. É altura de regressar à rotina diária, nomeadamente às aulas. Antes do regresso às aulas de mais um ano lectivo, há todo um ritual que é preciso cumprir, nomeadamente a compra de livros e restante material escolar, arrumar mochilas, consultar os horários das reuniões… Através uma pequena entrevista, alguns alunos do 5ºD e 5ºF dizem como prepararam o regresso às aulas e se alguns deles sentiram saudades da escola e dos professores.

1. Que recordações tens do teu primeiro dia de aulas do ano passado?
2. Costumas ter saudades das aulas e estudas quando estás de férias?
3. Como costumas preparar o teu regresso às aulas?
4. Qual é o teu maior desejo para este novo ano lectivo?


5ºD, Rúben Morais ‏
1. No primeiro dia de aulas lembro-me de estar ansioso por ver os meus amigos e as minhas professoras e também estava curioso para ver o que eu ia aprender nesse ano.
2. Sim, tenho saudades das aulas das professoras e dos meus amigos. Nas férias costumo estudar pelos livros da escola e também leio livros de aventuras.
3. Costumo fazer contas, cópias e ditados e organizar o material escolar na minha mochila.
4. O meu desejo é ser um aluno aplicado e completar o ano lectivo com boas notas.

5ºD, Barbara Vicente
1. A recordação que eu tenho é de estar nervosa porque era o último ano no 1º Ciclo e sentia uma grande responsabilidade.
2. Sim, costumo ter saudades das aulas da prof.ª Teresa Nora mas não estudo nas férias e se estudar é só uma hora por dia.
3. Quando penso que vou regressar às aulas sinto-me nervosa, com pensamentos negativos (que vou chumbar ou coisa assim) mas procuro animar-me.
4. O meu maior desejo é passar de ano para tirar um curso de medicina.

5ºD, João Paulo de Brito Sousa‏
1.
Lembro-me que quando cheguei à escola tirei fotografias antes de começar as aulas.
2. Nem sempre! Mas estudo às vezes. Também leio muito nas férias.
3. No primeiro dia de aulas, acordo cedo, preparo a mala e fico muito emocionado.
4. Espero passar de ano e entrar para o "Quadro de Honra".

5ºD, Inês Gouveia
1. Lembro-me de estar tão contente que até chorei de felicidade ao ver os meus colegas!
2. Quando canto canções que cantava na escola, relembro os meus colegas e professores e nas férias estudo para não esquecer o que aprendi!
3. Costumo preparar o regresso às aulas comprando os novos livros e outros materiais escolares.
4. O meu desejo é poder tornar a minha mente mais sábia.

5º F, Vera Martins
1. Recordo-me de por um lado ficar muito feliz por rever a minha professora e os meus colegas, mas por outro ficar triste por ser o último ano que ia estar com a professora e com alguns colegas.
2. Nas férias, tenho sempre muitas saudades e estudo para não me esquecer da matéria dada no ano anterior.
3. Costumo ir a um hipermercado e ir a uma papelaria comprar/encomendar os livros.
4. O meu maior desejo é passar para o 6º ano com cincos.

5ºF, Inês Correia‏
1. Lembro–me que, antes de entrar na sala, falei com os meus colegas da turma do ano anterior, para matar saudades, depois entrámos na sala e a professora, apresentou-se à Turma e fiquei a conhecer novos colegas. A professora falou do material escolar necessário para as aulas e como prevenir o contágio da Gripe A.
2. Sim, quando estou de férias também estudo e, embora me esteja a divertir, também tenho saudades da escola e dos colegas.
3. Revejo a matéria dada no ano lectivo anterior e compro o material para o novo ano lectivo.
4. O meu maior desejo: passar de ano e que os meus colegas também consigam esse objectivo.

5ºF, Catarina Casaca
1. No primeiro dia de aulas nesta escola pensei que os professores fossem exagerados nos TPC mas agora percebo que eles sabem equilibrar as coisas e isso é bom para os alunos.
2. Costumo ter muitas saudades da minha professora que esteve comigo quatro anos na minha escola antiga, é uma professora excelente e gosto muito dela, mas não sinto tantas saudades de muitos dos meus colegas, porque estão nesta escola e por isso vejo-os quase todos os dias. Eu normalmente não estudo nas férias mas leio algumas vezes coisas dos anos anteriores e este ano até comprei um livro para me preparar para o 5ºano.
3. Normalmente vou encomendar os livros umas três semanas antes. Quando faltam dias ou semanas para as aulas começarem, escolho uma mochila e vejo o que preciso de comprar mais.
4. O meu desejo é que este ano não tenha nenhuma negativa e gostava de ir ao teatro com a minha nova turma.

5ºF, Teresa Nazaré
1. A recordação que eu tenho do meu primeiro dia de aulas do ano passado é de ter revisto os meus colegas, a professora, e os meus amigos. Também me recordo de contar e ouvir histórias das férias dos meus amigos.
2. Eu costumo ter saudades das aulas e só estudo nas férias de vez em quando.
3. Eu costumo comprar os materiais depois dos professores darem a lista e preparo as minhas roupas da escola antes que as aulas comecem.
4. O meu maior desejo para este novo ano lectivo é passar de ano e que corra tudo bem.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010