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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

A menina pobre

Era uma vez uma menina que era pobre e os seus pais estavam longe, ela vivia com a avó que era doente, a menina tratava da quinta, do gado, do cão, das galinhas, dos porcos e das cabras.
Um dia quando chegou das compras a avó tinha morrido, a menina ficou muito triste por ter perdido a avó e por ficar sozinha.
Cresceu e quando passeava pelo campo encontrou um homem muito bonito e rico, logo á primeira vista apaixonaram-se e aproveitaram parte do dinheiro para comprarem uma casa onde iriam viver.
Um dia estavam em casa os dois e ouviram bater a porta, a menina foi abrir a porta e eram os seus pais, ela fica muito contente.
Tiveram filhos e viveram felizes para sempre.

Joana Portugal. nº 7, 6º G

O Rapaz Mágico

Era uma vez, um rapaz que vivia numa floresta um dia decidiu ir dar uma volta pela floresta enquanto passeava encontrou uma pedra mágica, o rapaz admirado apanhou pensando que a pedra continha poderes mágicos.


Quando a apanhou e sentiu-se mais leve e mais forte parecia que o seu sonho de ser mágico, se estava a realizar. Enquanto estava a apreciar a pedra sentiu que alguém o estava a chamar a sua atenção, olhou para baixo e viu um duende que lhe disse para o seguir. O rapaz muito assustado foi com o duende O sitio para onde o duende encaminhava era uma aldeia mágica. O rapaz estava tão admirado com aquele sítio que de repente e tudo apagou-se era os ogres que tinham acabado de chegar mas o rapaz não estava a perceber nada de nada do que se passava então percebeu que a aldeia estava a ser invadida por ogres então lembrou-se da pedra e que tinha apanhado.Entao e usou-a para combater os ogres no fim do combate contra os ogres a aldeia ficou salva para sempre como toda a floresta.


André Mendonça e

Nazaré Fabião Nª3 e ª14 6ªG

A Crise de Sucessão

Era uma vez uma Cidade chamada Porcolandia, uma cidade de porcos entre os mais famosos Porco-Rei e Porquinho-Príncipe .


Porquinho-Príncipe adorava deitar-se entre as flores do prado, entretanto o Rei adoeceu e necessitava que chamassem o seu filho para falar com ele. Ele disse que não aguentava mais e precisava que o seu filho fosse aclamado Rei quando tivesse 18 Nicis (anos de Porco), e como o seu aniversário era daqui a uns dias, que nesse dia fosse Aclamado Rei.

Chegou o dia, o Porquinho- Príncipe foi aclamado Rei, mas no entanto Porco-Rei morrera!!!

Entretanto Porquinho- Príncipe tornou-se muito desastrado, devido á sua sucessão, por isso contratou um Mordomo-Rato, Porquinho-Príncipe não sabia que se tratava do malvado vilão de Porcopólis.

Mordomo-Rato tentara envenenar Porquinho-Príncipe mas não conseguira, tentou, tentou durante anos e anos até que conseguiu envenená-lo.Para Festejar assou Porquinho-Príncipe no Forno, ao comer ficou tão cheio, mas tão cheio que voou até Porcopólis.

E assim Porcolândia ficou sem Rei.



Nome: João de Carvalho e Raquel Brazão

Turma/Ano: 6º G

Nº: 8 e 21

O Palácio Enfeitiçado

Era uma vez um príncipe que vivia dentro de um palácio encantado com a sua mãe, eles nunca tinham saído de casa porque quando eram mais novos uma fada trancou-os a sete chaves. A única maneira de serem salvos era por uma jovem princesa.


O que ela tinha de fazer era apenas procurar a chave para os destrancar.

Um dia, mais tarde a princesa tão esperada perdeu-se no deserto e encontrou umas chaves na areia. Não sabia o que fazer continuou a caminhar, até que ao longe um palácio, foi ver de perto e encontrou uma porta trancada, onde encaixou as chaves que tinha encontrado, a princesa conforme deu a sétima volta á fechadura da porta abriu, ela ficou curiosa e entrou.

Escutou alguém a falar e foi ver o que se passava, quando se reuniram os três falaram da história do príncipe e da sua mãe. Quando ouviu a historia a princesa levou-os imediatamente para a porta.

Pela primeira vez em nove anos o príncipe e a sua mãe saíram do palácio .

Juntos procuraram o palácio da princesa, passaram cinco horas de caminhada até chegarem ao palácio da jovem, o seu pai pediu-lhes para ficarem, e assim foi , depois de muito tempo a conversarem foram-se deitar todos contentes.

E juntos viveram felizes para sempre.

Rafaela Ramalhão e Tiago Coelho 6ºG